Total de visitantes
04 outubro, 2016
02 outubro, 2016
01 outubro, 2016
Constelação de Centauro, Lobo e Cruzeiro do Sul
Centaurus (Cen), o Centauro, é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Centauri.
Proxima Centauri, uma das estrelas dessa constelação, é a estrela mais próxima do Sistema Solar. Além disso, um dos objetos distantes localizados nesta constelação, a Nebulosa do Bumerangue, é o local mais frio conhecido pela ciência, com uma temperatura de apenas 1 kelvin (-272 °C). Também se encontra nessa constelação o maior aglomerado globular da nossa galáxia: Omega Centauri, que contém mais de 10 milhões de estrelas.
As constelações vizinhas são Hydra, Antlia, Vela, Carina, Musca (duas fronteiras, com Crux entre elas), Circinus e Lupus.
Crux, também conhecido como Cruzeiro do Sul, é uma constelação localizada no céu meridional em uma porção brilhante da Via Láctea. É uma das constelações mais facilmente reconhecíveis, uma vez que as suas quatro estrelas principais têm magnitude aparente visual menor (mais brilhante) que +2,8, apesar de ser a menor das 88 constelações modernas. Seu nome significa “cruz” em latim e ela é dominada por um asterismo em forma de pipa.
Sobressaindo no asterismo está a mais meridional estrela de primeira magnitude e a estrela mais brilhante da constelação, a branco-azulada Alpha Crucis ou Acrux, seguida por quatro outras estrelas, decrescendo em magnitude no sentido horário: Beta, Gamma (uma das gigantes vermelhas mais próximas da Terra), Delta e Epsilon Crucis. Muitas dessas estrelas mais brilhantes são membros da Associação Scorpios-Centaurus, um grupo grande porém espalhado de estrelas branco-azuladas que parecem ter origens e movimentos comuns na Via Láctea meridional. A constelação contém quatro variáveis Cefeidas que são visíveis a olho nu em boas condições. Crux também contém o brilhante e colorido aglomerado estelar aberto conhecido como Caixa de Joias (NGC 4755) e, a sudoeste, inclui parcialmente a extensa nebulosa escura conhecida como Saco de Carvão.
Lupus (o lobo) é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Lupi.
Sobressaindo no asterismo está a mais meridional estrela de primeira magnitude e a estrela mais brilhante da constelação, a branco-azulada Alpha Crucis ou Acrux, seguida por quatro outras estrelas, decrescendo em magnitude no sentido horário: Beta, Gamma (uma das gigantes vermelhas mais próximas da Terra), Delta e Epsilon Crucis. Muitas dessas estrelas mais brilhantes são membros da Associação Scorpios-Centaurus, um grupo grande porém espalhado de estrelas branco-azuladas que parecem ter origens e movimentos comuns na Via Láctea meridional. A constelação contém quatro variáveis Cefeidas que são visíveis a olho nu em boas condições. Crux também contém o brilhante e colorido aglomerado estelar aberto conhecido como Caixa de Joias (NGC 4755) e, a sudoeste, inclui parcialmente a extensa nebulosa escura conhecida como Saco de Carvão.
Lupus (o lobo) é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Lupi.
26 setembro, 2016
13 mil visualizações!!!
hoje verifiquei que já completaram 13 MIL VISUALIZAÇÕES do meu blog de desenhos. Agradeço aos meus amigos; admiradores do Brasil e de outros países!!!
22 setembro, 2016
1º Regimento de Cavalaria de Guardas
Scan melhorado....
O atual 1º Regimento de Cavalaria de Guardas tem origem no Esquadrão de Cavalaria Ligeira da Guarda do Ilustríssimo e Excelentíssimo Vice-Rei do Estado, criado no Rio de Janeiro pela ordem régia de 31 de janeiro de 1765 do Rei D. José I de Portugal. A unidade foi organizada segundo o modelo dos esquadrões de dragões do Rio Grande do Sul e com oficiais destes.
O Esquadrão da Guarda do Vice-Rei foi reorganizado pelo então Príncipe Regente D. João, em 13 de maio de 1808 - quando a Corte Portuguesa transferiu-se para o Brasil, fugida da invasão napoleônica em Portugal - como 1º Regimento de Cavalaria do Exército.
Com a independência do Brasil, em 1822, e proclamação do Império brasileiro (1822-1889), transformou-se na Imperial Guarda de Honra (1822-1831).
Em 1911, o deputado e historiador Gustavo Barroso iniciou uma ação no sentido de exaltar as tradições militares do Brasil. Após uma análise da cronologia do 1º RCG, apresentou em 1917 à Câmara dos Deputados um projeto de lei de sua autoria solicitando permissão para resgatar as tradições do regimento.
O Senado brasileiro conferiu aprovação final ao projeto-de-lei no ano de 1927, tendo o uniforme histórico da Imperial Guarda de Honra voltado a ser envergado pela unidade no desfile de comemoração do 7 de setembro daquele mesmo ano.
O 1º RCG participou dos principais momentos da História do Brasil, dentre eles a Independência do Brasil, a Guerra Cisplatina e a Proclamação da República. A origem do dístico histórico do Regimento é a solicitação pelo Marechal Deodoro da Fonseca de um cavalo, por ocasião da Proclamação da República. Neste evento o Alferes Eduardo José Barbosa entregou o baio de nº 6, sobre o dorso do qual o Marechal extinguiu o Império. Assim, historicamente, o Comandante do 1º RCG monta, tradicionalmente, um cavalo baio, identificado como o de nº 6.
Fonte: Wikipédia
19 setembro, 2016
16 setembro, 2016
Assinar:
Postagens (Atom)









