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02 janeiro, 2018

Águia-da-Cabeça-Branca



A águia-de-cabeça-branca, águia-careca, águia-americana ou pigargo-americano (Haliaeetus leucocephalus) é uma águia nativa da América do Norte. Sua distribuição geográfica inclui a maioria do Canadá e Alaska, todos os Estados Unidos contíguos, e norte do México. Encontra-se perto de grandes corpos de águas abertas com abundância de alimento e árvores antigas para o nidificação.

A águia careca é um predador oportunista que se alimenta principalmente de peixes, que mergulha sobrevoando a superfície da água e apanha com suas garras. Ele constrói o maior ninho de qualquer pássaro norte-americano e os maiores ninhos de árvores já registrados para qualquer espécie animal, 1,1 metro de comprimento, 1,8 – 2,3 m de envergadura  das asas, e 3 – 6,3 kg de peso e velocidade de 120 – 160 km/h (mergulho). A maturidade sexual é atingida na idade de quatro a cinco anos.

Águias carecas não são realmente carecas; O nome deriva de um significado mais antigo da palavra, "Cabeça branca". O adulto é principalmente marrom com uma cabeça e uma cauda brancas. Os sexos são idênticos na plumagem, mas as fêmeas são cerca de 25 por cento maiores do que os machos. O bico é grande e enganchado. A plumagem do imaturo é marrom.

A águia careca é o símbolo nacional dos Estados Unidos da América, sendo o pássaro nacional e o animal nacional. A águia careca aparece em seu selo. No final do século 20 estava à beira da extinção ao longo dos Estados Unidos. As populações já se recuperaram e a espécie foi removida da lista de espécies ameaçadas de extinção pelo governo dos EUA em 12 de julho de 1995 e transferida para a lista de espécies ameaçadas. Foi removido da Lista de Animais Selvagens Ameaçados e Ameaçados nos 48 estados mais baixos em 28 de junho de 2007.

Fonte: wikipedia

01 janeiro, 2018

Unicórnio - Licórnio - Monoceros



Unicórnio, também conhecido como licórnio ou licorne, é um animal mitológico que tem a forma de um cavalo, geralmente branco, com um único chifre em espiral. O nome "unicórnio" deriva do latino unicornis: do prefixo uni- e do substantivo cornu, "um só chifre". Sua imagem está associada à pureza e à força. Segundo as narrativas são seres dóceis; porém são as mulheres virgens que têm mais facilidade para tocá-los.

Tema de notável recorrência nas artes medievais e renascentistas, o unicórnio, assim como todos os outros animais fantásticos, não possui um significado único.

Considerado um equino fabuloso benéfico, com um grande corno na cabeça, o unicórnio entra nos bestiários em associação à virgindade, já que o mito compreende que o único ser capaz de domar um unicórnio é uma donzela pura. Leonardo da Vinci escreveu o seguinte sobre o unicórnio:

"O unicórnio, através da sua intemperança e incapacidade de se dominar, e devido ao deleite que as donzelas lhe proporcionam, esquece a sua ferocidade e selvajaria. Ele põe de parte a desconfiança, aproxima-se da donzela sentada e adormece no seu regaço. Assim os caçadores conseguem caçá-lo."

A origem do tema do unicórnio é incerta e se perde nos tempos. Presente nos pavilhões de imperadores chineses e na narrativa da vida de Confúcio, no Ocidente faz parte do grande número de monstros e animais fantásticos conhecidos e compilados na era de Alexandre e nas bibliotecas e obras helenísticas.
É citado no livro grego Physiologus, do século V d.C., como uma correspondência do milagre da Encarnação. Centro de calorosos debates, ao longo do tempo, o milagre da Encarnação de Deus em Maria passou a ser entendido como o dogma da virgindade da mãe de Cristo: nessa operação teológica, o unicórnio tornou-se um dos atributos recorrentes da Virgem.

Representações profanas do unicórnio encontram-se em tapeçarias do Norte da Europa e nos cassoni (grandes caixas de madeira decoradas, parte do enxoval das noivas) italianos dos séculos XV e XVI. O unicórnio também aparece em emblemas e em cenas alegóricas, como o Triunfo da Castidade ou da Virgindade.

A figura do unicórnio está presente também na heráldica, como no brasão de armas do Canadá, da Escócia e do Reino Unido.

Na astronomia, o unicórnio é o nome de uma constelação chamada Monoceros.
Monoceros (Mon), o Unicórnio, é uma constelação do equador celeste. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Monocerotis.

As constelações vizinhas são Gêmeos, Órion, Lebre, Cão Maior, Popa, Hidra e Cão Menor.[1]

O unicórnio tem sido uma presença frequente na literatura fantástica, surgindo em obras de Lewis Carroll, C.S. Lewis e Peter S. Beagle. Anteriormente, na sua novela A Princesa de Babilônia, Voltaire inclui um unicórnio como montada do herói Amazan.

Modernamente, na obra de J. K. Rowling, a série Harry Potter, o sangue do unicórnio era necessário para Voldemort manter-se vivo, porém o ato de matar uma criatura tão pura para beber-lhe o sangue dava ao praticante de tal ação apenas uma semi-vida — uma vida amaldiçoada. No livro diz-se que o unicórnio bebê é dourado, adolescente prateado e adulto branco-puro. Também é interessante observar, ainda na obra de Rowling, que a varinha do personagem Ronald Weasley possui o núcleo de pelo de unicórnio.

Em outro livro, "Memórias de Idhún", de Laura Gallego García, o unicórnio é um dos personagens principais da história, sendo parte de uma profecia que salva Idhún dos sheks. Em Memórias de Idhún, o unicórnio está no corpo de Victoria.

Em 2008, um "unicórnio" nasceu na Itália. O animal, obviamente não é parte de uma nova espécie. Mas sim uma corça (pequena espécie de cervídeo europeu), que nasceu com somente um chifre. Pesquisadores atribuem o ocorrido a um "defeito genético".

Alguns relatos dizem também, que esses seres mágicos são capazes alimentar-se de nuvens do entardecer e raios de sol. Isso só ocorre pelo fato de essas serem as únicas substâncias puras o suficiente para esse animal fantástico ingerir. Além disso, os unicórnios, devido a sua origem mágica, conseguem transformar quaisquer tipos de substâncias impuras e putrefatas em substâncias brilhantes, cheias de luz e vida.
Fonte: Wikipedia

13 dezembro, 2017

Lanterna Verde YALAN GUR - Versão Renactus Zoo



Lanterna Verde Yalan Gur, que apareceu pela primeira vez em Green Lantern #19( 1991). Foi revelado que ele protegeu o setor 2814 (que inclui a Terra) há mais de 2000 anos atrás, mas foi corrompido pelo poder quando numa luta com um monstro amarelo ele perdeu e os Guardiões de Oa o deixaram invulnerável à cor amarela. A situação foi tão descontrolada que mais tarde Yalan foi assassinado por humanos (Chineses), quando o tornaram vulnerável à madeira (através de magia).
Curiosamente este personagem aparece como um Cameo no filme Liga da Justiça (2017) e o seu destino foi muito diferente (não darei spoilers).

12 dezembro, 2017

Brasão Caires Kramer - pintado à mão

Fiz este brasão com símbolos do zodíaco (o signo de cada pessoa da família).... Um dos familiares( suporte Capricórnio) é baterista da banda Cover "Queen Tribute". Então coloquei a Fênix do logo do Queen no "Elmo" e um instrumento de percussão junto ao suporte Capricórnio. Fiz o suporte de Aquário com aparência indígena e com um instrumento de corda (o familiar toca instrumentos de corda como guitarra). Na posição da Ordem... coloquei um escorpião (signo da última pessoa a fazer parte da família).  As suas patas são como raios elétricos (ela trabalha na área de componentes eletro-eletrônicos). Pintei à mão ao estilo aquarela.

11 dezembro, 2017

Tecnorgânico II - Versões

 Versão 2017
Versão anos 90


Fiz este desenho muitos anos atrás, junto com outros desenhos em uma velha página. Fiz com caneta azul originalmente. No meio deste ano fiz versões contemporâneas destes personagens. Aqui vou expor outro deles. Futuramente postarei os outros.

01 dezembro, 2017

A Quimera



Quimera (em grego: Χίμαιρα, transl.: Chímaira) é uma figura mística caracterizada por uma aparência híbrida de dois ou mais animais e a capacidade de lançar fogo pelas narinas, sendo portanto, uma fera ou besta mitológica.
Oriunda da Anatólia e cujo tipo surgiu na Grécia durante o século VII a.C., sempre exerceu atração sobre o imaginário popular. De acordo com a versão mais difundida da lenda, a quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tifão.

Outras lendas a fazem filha da hidra de Lerna e do leão da Nemeia, que foram mortos por Hércules. Criada pelo rei da Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Lícia bafejando fogo incessantemente, até que o herói Belerofonte, montado no cavalo alado Pégaso, conseguiu matá-la.

Com o passar do tempo, chamou-se genericamente quimera a todo monstro fantástico empregado na decoração arquitetônica.

Em Alquimia, é um ser artificial (assim como o homúnculo), criado a partir da fusão de um ser humano e animal carece de fontes.

Figurativamente ou em linguagem popular mais ampla, o termo quimera alude a qualquer composição fantástica, absurda ou monstruosa, constituída de elementos disparatados ou incongruentes, significando também utopia. A palavra quimera, por derivação de sentido, significa também o produto da imaginação, um sonho ou fantasia (por exemplo: A Quimera de Ouro).
Sua aparência é descrita de forma diversa nas várias narrativas mitológicas ou nas artes plásticas. Por exemplo:

    Cabeça e corpo de leão, com duas cabeças anexas, uma de cabra e outra de dragão;
    Lança fogo pelas narinas e tem uma cauda de serpente e outra de leão.
    Teria duas asas, semelhantes às de um dragão, ligadas ao seu corpo de leão. Apesar de aparentemente não voar, algumas lendas ou mitologias mencionam o fato de poder voar.

Fonte: Wikipedia