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02 julho, 2019

O Vingador - Caverna do Dragão ( Dungeons & Dragons)



O Vingador trata-se de um feiticeiro maligno que habita o "Reino" da Animação “Caverna do dragão” (Dungeons & Dragons). É revelado no roteiro do último episódio da série, Réquiem, o único da série que nunca foi produzido para animação, que o Vingador é filho do Mestre dos Magos, e se tornou um ser maligno há milhares de anos atrás por escolher servir a outro ser bem mais poderoso, temido até pelo próprio Mestre dos Magos, que é referido na série como "aquele cujo nome não pode ser dito" (The Nameless One, no original). Além disso, de acordo com o episódio "A Cidadela da Sombra", Vingador possui uma irmã, chamada Kareena. Aparentemente Vingador tem poder sobre quase todas as criaturas do reino, à exceção de Tiamat, uma deusa-dragoa de cinco cabeças. Para vencê-la, Vingador ambiciona as armas mágicas dadas pelo Mestre dos Magos aos garotos. Em "O Salão dos Ossos", Tiamat zomba do Vingador dizendo que seus poderes estão enfraquecendo. Possui ainda uma montaria: um corcel negro e maligno capaz de voar, capaz de soltar chamas de suas ventas. No Livro dos Monstros, um dos volumes do jogo que deu origem à série, tal criatura pode ser identificada como "Pesadelo". Curiosamente, apesar de o Vingador ter asas, nunca foi visto voando sem sua montaria, que não tem asas. Seu fiel assistente é chamado por Demônio das Sombras e, ao longo da série, vê-se que o Vingador possui um exército particular de orcs. A maioria das cidades do Reino, especialmente os pequenos vilarejos, demonstram temor e mesmo obediência ao Vingador.

No último episódio foi revelada toda a origem do Vingador. Ele aprisionou num monumento toda a bondade que possuía, mas quando Eric libertou a bondade ao abrir uma porta que a prendia, ele foi transformado novamente em um nobre homem, perdendo todo seu aspecto maligno e retornando ao seu pai, o Mestre dos Magos[20].

O Vingador é um necromante excelente e conhece praticamente todos os feitiços descritos no livro de RPG Dungeons & Dragons, que originou a série. Isto inclui rajadas de energia, animar mortos, ilusões, desviar raios com a mão, invocar monstros, etc. Em "O Portal do Amanhecer" é revelado que o Vingador aprendeu as artes das trevas com Aquele-Cujo-Nome-Não-Pode-Ser-Pronunciado, o qual foi preso na Caixa de Beofire. Ele também parece ser imortal, visto que por diversas vezes foi aparentemente destruído, mas sempre retorna, mas ele pode ser morto, no episódio O Cemitério dos Dragões, é revelado como matar o Vingador de uma vez por todas, mas os jovens desistem de mata-lo, nesse episódio, mostrando que não eram iguais a ele. No primeiro episódio da série, "A Noite Sem Amanhã", é dito que Merlim morreu pouco tempo após derrotar os dragões invocados pelo Vingador, há mil anos. No episódio "A Caixa", os protagonistas retornam à Terra seguidos pelo Vingador, que consegue manter seus poderes em nosso mundo, enquanto que as armas mágicas deles não funcionam. Em " O Traidor", revela-se que sua principal fraqueza se encontra na jóia conhecida como Coração de Pedra, que pertence aos Ursinhos Amigos e afeta o Vingador como Kryptonita Verde afeta o Superman.
Fonte: Wikipedia

01 julho, 2019

O Castelo (A Muralha do Castelo)


Castelo (em latim: castellum) é um tipo de estrutura fortificada, construída na Europa e Oriente Médio durante a Idade Média pelos nobres europeus. A palavra castelo é definida pelos estudiosos, como sendo a residência particular fortificada de um lorde ou nobre, sendo diferente de palácio, que não é fortificado; é diferente também de fortaleza, que nem sempre é a residência da nobreza; e é também diferente de um assentamento fortificado, que era uma estrutura de defesa coletiva, embora existam muitas semelhanças entre todos estes tipos de construção. O uso do termo tem se modificado ao longo do tempo e tem sido aplicado a diferentes estruturas como os castros. Durante aproximadamente novecentos anos em que os castelos foram construídos, tiveram uma grande variedade de formas, com muitas características diferentes, tais como defesas por muralha, e seteiras, que eram as mais comuns.

Uma inovação europeia, foram os castelos originados depois da queda do Império Carolíngio no século X, cujo território foi dividido entre lordes e príncipes. Eram construídos castelos para controlar a área circunvizinha a eles. Eram estruturas tanto defensivas como ofensivas, formando assim bases a partir das quais poderiam partir as invasões, bem como a proteção contra inimigos. Embora tivessem uma estrutura estritamente militar, frequentemente enfatizada pelos estudiosos, também serviram como centros de administração e símbolos de poder. Os castelos urbanos eram pontos estratégicos para dominar a população local e para marcar importantes rotas de viagem. Os castelos rurais eram normalmente localizados próximos a recursos que eram parte integrante da vida na comunidade, como moinhos e terras férteis.

Originalmente os materiais para a construção de um castelo eram terra e madeira, mas posteriormente foram substituídos por pedras. Os primeiros castelos geralmente exploravam as defesas naturais, não usando torres, seteiras e dependiam de uma torre de menagem central. No final do século XII e início do XIII, a defesa do castelo se tornou mais complexa. Isso acarretou na proliferação de torres, com ênfase no enfileiramento do poder de fogo. Muitos castelos mais recentes eram poligonais ou dependiam de uma defesa com formato concêntrico – uma série de defesas dentro de uma das outras que maximizavam o potencial de ataque do castelo. Essas inovações defensivas apareceram depois dos aperfeiçoamentos tecnológicos das Cruzadas, como as fortificações concêntricas, e igualmente inspirados por sistemas de defesa mais antigos, tais como os fortes romanos. Nem todos os elementos arquitetônicos dos castelos eram de natureza militar, por exemplo os fossos passaram de uma estrutura com funções defensivas para um símbolo de poder. Alguns castelos grandiosos foram construídos para impressionar os visitantes e se destacarem na paisagem.

Embora a pólvora tenha sido introduzida na Europa no século XIV, não foi até o século XV que a estrutura do castelo foi abalada pela inovação militar, quando a artilharia teve poder de fogo o suficiente para destruir muralhas de pedra. Mesmo que os castelos continuassem a ser construídos até o século XVI, o surgimento de novas tecnologias armamentistas, como os canhões, tornaram-os locais indesejáveis e inseguros de se viver. Como resultado, os castelos entraram em declínio e foram substituídos por fortes sem qualquer papel administrativo. No século XVIII ocorreu um renascimento no interesse pelos castelos com a reconstrução destes sem qualquer propósito militar, como parte da tradição romântica e do revivalismo gótico.
A palavra "castelo" é derivada da palavra latina "castellum",que é um diminutivo da palavra "castrum", que significa "lugar fortificado". O castel do inglês antigo, o castel ou chastel do francês antigo, château do francês moderno, castillo do espanhol, castello em italiano, e um número de palavras em outras línguas derivam também do castellum. A palavra "castle" foi introduzida pouco antes da conquista normanda para denotar este tipo de edifício, que era então uma nova estrutura arquitectónica na Inglaterra. A partir de meados do século XI, em Portugal, a palavra castelo é utilizada para designar estruturas defensivas. Entretanto, aquilo que actualmente se designa como “castelo”, sobretudo os castelos medievais, a imagem de um tipo estrutura definida como “castelo medieval português” viria a surgir somente no século XX.
Fonte: Wikipedia

19 junho, 2019

Rock-Net 1 - Nirvanaa - Versões

Os "Rock-Nets" eram personagens que inventei muitos anos atrás inspirados em nome de bandas de rock que eu ouvia nos anos 90 e início dos anos 2000. Aqui postarei os "rascunhos e sua versão ataul". Os Rock-nets eram robôs em um futuro distante.

11 junho, 2019

Deus dos Carneiros Versão 2018


Fiz o desenho original de 2009 (versão 2009) lembrando do filósofo Xenófanes que usava a (brilhante) observação que os deuses sempre pareciam com seus adoradores. Se as espécies inteligentes fossem em forma de bodes, seus deuses teriam a forma de bodes. Ele foi um dos primeiros filósofos do ocidente a criticar a antropomorfia dos deuses e por extensão, a visão do mundo.Os meus desenhos escolhi um carneiro ao invés de bodes.
Xenófanes é considerado pela maioria como sendo mais um reformador religioso do que um filósofo. Diferentemente de Anaximandro, que criou o conceito do apeiron (ilimitado, indefinido), mas buscava na natureza intrínseca da matéria a causa para todas as transformações, Xenófanes dizia que o ser absoluto, essência de todas as coisas, era o Um. E de acordo com Teofrasto, uma das fórmulas contidas nos ensinamentos de Xenófanes era: “Tudo é o Um e o Um é Deus”.

Aristóteles em seu livro Metafísica, nos relata: “Pois Parmênides parece referir-se ao Um segundo o conceito, e Melisso ao Um segundo a matéria. Por isso aquele diz que o Um é limitado, e este, que é ilimitado. Xenófanes, o primeiro a postular a unidade, nada esclareceu, nem parece que vislumbrou nenhuma dessas duas naturezas, mas, dirigindo o olhar a todo o céu, diz que o Um é o Deus.”

Consequentemente, o conceito Deus é então criado por Xenófanes como sendo um ser mais alto, com uma identidade abstrata, e não possui nenhum atributo conhecido pelos homens, e tão pouco é semelhante a estes - nem quanto à figura, nem quanto ao espírito.

A respeito disso, Clemente de Alexandria, em sua obra Tapeçarias, reproduz essa estrofe também atribuída a Xenófanes:

“Mas se mãos tivessem os bois, os cavalos e os leões

E pudessem com as mãos desenhar e criar obras como os homens,

Os cavalos semelhantes aos cavalos, os bois semelhantes aos bois,

Desenhariam as formas dos deuses e os corpos fariam

Tais quais eles próprios têm.”
Fonte: Wikipedia